Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Entrar
No Cariri TemNo Cariri Tem
Notificações Ver mais
Últimas Notícias
Moraes nega conversas com Vorcaro no dia em que banqueiro foi preso
Brasil
Ceará registra 723 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em quatro semanas
Saúde
Programação da inauguração do Complexo da Beata Benigna é divulgada em Santana do Cariri
Região
Davi de Raimundão responde a Glêdson e diz que articula chegada do Sinalize a Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte
Ceará registra aumento de feminicídios entre 2021 e 2025
Ceará
Aa
  • Cultura
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Policial
  • Política
  • Ceará
  • Região
    • Ceará
    • Juazeiro do Norte
    • Crato
    • Barbalha
    • Abaiara
    • Caririaçu
    • Nova Olinda
    • Guia Cariri
  • Oportunidade
  • Saúde
  • Colunas/Opinião
    • Publieditorial
    • Direito
    • Empreendedorismo
    • Fisioterapia e saúde
    • Informação e Sociedade
    • Nutrição e Saúde
Lendo: Quatro mulheres mortas por dia: feminicídios batem recorde no 1º semestre de 2022 no Brasil
Compartilhar
Aa
No Cariri TemNo Cariri Tem
Buscar
Já tem uma conta? Entrar
Nos Siga
  • Cultura
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Policial
  • Política
  • Ceará
  • Região
  • Oportunidade
  • Saúde
  • Colunas/Opinião
No Cariri Tem
No Cariri Tem > Blog > Brasil > Quatro mulheres mortas por dia: feminicídios batem recorde no 1º semestre de 2022 no Brasil
Brasil

Quatro mulheres mortas por dia: feminicídios batem recorde no 1º semestre de 2022 no Brasil

No Cariri Tem
Última atualização 07/12/2022 08:19
Por No Cariri Tem
Compartilhar
6 Min Leitura
Foto: Coletivo Mulheres a Bessa
Compartilhar

No primeiro semestre de 2022, 699 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, média de quatro mulheres por dia, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública obtidos com exclusividade pelo g1, GloboNews e TV Globo. O número é o maior já registrado em um semestre e ocorre no momento em que o país teve o menor valor destinado às políticas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Se comparado com 2019, o crescimento foi de 10,8%, “apontando para a necessária e urgente priorização de políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero”, diz o Fórum. O aumento foi de 3,2% em relação ao primeiro semestre de 2021, quando 677 mulheres foram assassinadas.

Desde 9 de março de 2015, a legislação prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio – ou seja, que envolvam “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”. Os casos mais comuns desses assassinatos ocorrem por motivos como a separação.

Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum, diz que os dados mais consistentes começaram a ser obtidos em 2019.

“O primeiro ano completo que nós temos de estatísticas no Brasil é 2016. Mas em 2016 e em 2017, ainda temos um movimento nos estados de adaptação a essa nova legislação. Dados mensais nós dispomos a partir de janeiro de 2019 para todo o mês. Mas o que os números indicam? Olhando os dados de janeiro a junho de 2022, se mantida essa tendência, nós teremos um novo recorde de feminicídios, inclusive quando fechar o ano de 2022. Infelizmente, tudo aponta para um crescimento da violência letal contra meninas e mulheres em decorrência do seu sexo, da sua condição de gênero.”

Dentre as regiões, a Norte foi a que apresentou maior crescimento no primeiro semestre dos últimos quatro anos, com aumento de 75%. A região Centro-Oeste também teve crescimento significativo, com 29,9% de alta entre 2019 e 2022.

Já dentre as unidades da federação, Rondônia teve o maior aumento, 225%, seguido por Tocantins, 233,3% e Amapá, 200%, todos na região Norte.

Na contramão, o número de homicídios no Brasil teve queda no primeiro semestre deste ano, como mostrou o Monitor da Violência.

Foram 20,1 mil assassinatos nos primeiros seis meses deste ano, o que representa uma queda de 5% em relação ao mesmo período do ano passado.

ORÇAMENTO REDUZIDO

Carmela Zigoni, assessora política do Inesc, explicou que esses recursos de enfrentamento à violência contra mulheres – agora reduzidos no Orçamento – são usados para fomentar a rede de proteção, que vai desde convênios para organizações locais, prefeituras, assim como para serviços públicos de modo geral.

O governo federal alegou na ocasião da publicação da matéria que está prevendo mais recursos para a área por meio dos “planos de Orçamento”.

Para o Fórum, o atual governo “priorizou uma visão familista ao criar o Ministério da Família e dos Direitos Humanos e o esvaziamento total da compreensão de gênero como eixo orientador das políticas públicas. Neste sentido, um dos principais desafios ao novo governo eleito parece ser restabelecer o entendimento da desigualdade de gênero e poder como elementos centrais para compreensão das violências sofridas por meninas e mulheres, cis, trans e travestis.”.

“Por um lado, não chega a ser surpreendente esse crescimento nos feminicídios no primeiro semestre de 2022. O que nos causa espanto é que, quando a gente analise esse período de quatro anos, e compara o primerio semestre deste ano e o primeiro semestre de 2019, esse crescimento quase bate 11%. Então é um número é muito elevado, em um momento em que o Brasil está fazendo cair a violência letal. O Brasil reduziu significativamente os homicídios de 2019 para cá, mas a violência baseada em gênero, a violência que atinge mulheres está crescendo. Então, isso me parece muito claro que é um descaso do Estado com políticas públicas de acolhimento, prevenção e enfrentamento à violência”, completou Samira.

 

RAIO-X DO FEMINICÍDIO

Com base nos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública referentes a 2021:

  • 68,7% das vítimas de feminicídio tinham entre 18 e 44 anos
  • 16% delas tinham entre 18 e 24 anos
  • 12,3% entre 25 e 29 anos
  • 14,4% entre 30 e 34 anos
  • 15,2% entre 35 e 39 anos
  • 10,8% entre 40 e 44 anos.
  • 62% eram negras
  • 37,5% brancas 0,3% amarelas
  • 0,2% indígenas
  • 81,7% das vítimas foram mortas pelo parceiro ou ex-parceiro íntimo
  • Desconhecidos apareceram como autores apenas em 3,8% dos casos

 

 

 

Fonte: G1

Você pode gostar também

Moraes nega conversas com Vorcaro no dia em que banqueiro foi preso

Ceará registra aumento de feminicídios entre 2021 e 2025

Senado aprova ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias a partir de 2029

13º de aposentados e pensionistas do INSS pode ser pago a partir de abril

Ivete Sangalo tem baixa de pressão e sofre queda após desmaio 

TAGs: FEMINICÍDIO, VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
No Cariri Tem 07/12/2022
Compartilhar esse Artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Imprimir
Compartilhar
Artigo Anterior Agência bancária é explodida por criminosos em Ipu, no Ceará
Próximo Artigo WhatsApp libera recurso para você usar um avatar como foto de perfil; veja como fazer
Deixar um comentário Deixar um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Anuncios

Últimas Notícias

Moraes nega conversas com Vorcaro no dia em que banqueiro foi preso
Brasil 07/03/2026
Ceará registra 723 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em quatro semanas
Saúde 07/03/2026
Programação da inauguração do Complexo da Beata Benigna é divulgada em Santana do Cariri
Região 06/03/2026
Davi de Raimundão responde a Glêdson e diz que articula chegada do Sinalize a Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte 06/03/2026
//

O seu guia para as últimas notícias do Cariri.

No Cariri TemNo Cariri Tem
Nos Siga

Site Desenvolvido por Contrate

Removido da lista de leitura

Undo
Bem Vindo de Volta!

Entre com sua conta

Cadastro Perdeu sua senha?