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Policial

Parentes de pessoas desaparecidas no Ceará relatam angústia com falta de informações e de apoio psicológico

No Cariri Tem
Última atualização 15/01/2023 08:14
Por No Cariri Tem
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6 Min Leitura
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Há uma semana, familiares da dona de casa Lizangela Rodrigues da Silva Nascimento, de 39 anos, convivem com a angústia, a dor e o sofrimento físico e mental pela falta de informações da mulher, que é tia de Mizael Rodrigues, morto aos 13 anos, dentro de casa, durante uma ação policial no município de Chorozinho.

Conforme a auxiliar de produção Liângela Rodrigues, o desaparecimento da irmã mudou completamente a rotina da família nos últimos dias.

“A sensação é de incapacidade, é de injustiça. São exatamente 8 dias que não conseguimos dormir, comer, trabalhar, porque sempre vem na mente onde será que minha irmã está, se está viva ou morta, com quem está e o que aconteceu”, afirma.

Ela reclamou da falta de informações por parte das autoridades e pede celeridade nas investigações sobre o paradeiro da irmã. “Não sabemos se tem um avanço nas investigações. É uma dor que não está sendo fácil de sentir”, desabafa.

Casal e cunhado desaparecidos

Foto: Arquivo pessoal

Familiares da jovem Rayane Lourenço Lopes da Silva, 22 anos, também estão sofrendo com a falta de informações após o desaparecimento dela, de seu namorado e do cunhado que não dão notícias desde o dia 5 de janeiro, quando desapareceram em Caucaia na Região Metropolitana de Fortaleza.

Uma irmã da jovem que prefere não se identificar afirma que a família não sabe mais o que fazer para lidar com o sofrimento da ausência e falta de notícias dos três.

“Estamos aqui vivendo a vida, esperando todos os dias por uma resposta que nunca vem. Tudo o que tínhamos de fazer, já fizemos”, diz.


Apoio psicológico é fundamental

 

A situação do desaparecimento de uma pessoa querida pode ser extremamente difícil e traumática e afeta diretamente a saúde mental dos que ficam à espera de resposta por notícias. Buscar apoio psicológico é fundamental para enfrentar o trauma causado por situações como estas.

“Além de falar com amigos e familiares próximos para aliviar o estresse e a ansiedade é de suma importância procurar ajuda de um profissional, como psicólogo ou terapeuta. É recomendado também que a pessoa não abandone a rotina evitando cair em um isolamento e assim vir a maximizar ainda mais os sentimentos ruins podem desenvolver uma depressão”, afirma Dimas Rodrigues, escritor de best-selers sobre saúde mental.

Ansiedade, depressão, sentimento de luto, além de estresse pós-traumático são reações que podem acometer parentes de pessoas desaparecidas, segundo o autor que alerta para que os entes mantenham a calma e evitem desenhar especulações só tendem a piorar ainda mais a situação.

“Nessas horas é preciso buscar informações confiáveis, tentar evitar especulações e rumores sobre o caso. Procurar se juntar a outros grupos que estão passando por situações semelhantes também pode ajudar a sentir-se menos sozinho e a obter apoio emocional”, complementa.

Investigações

 

O desaparecimento de Lizangela é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa de Fortaleza. A tia de Mizael já foi, inclusive, entrevistada pelo g1 quando três policiais viraram réus no caso da morte do adolescente.

Já com relação ao caso de Rayane, a Polícia Civil informou que investiga o desaparecimento de uma mulher de 22 anos e dois homens de 23 e 25 anos, ocorrido em 5 de janeiro de 2023, na cidade de Caucaia.

Conforme a polícia, um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado por terceiros no 10º Distrito Policial (10º DP). As investigações estão a cargo da Delegacia Metropolitana de Caucaia, responsável pela área.

Balanço de desaparecidos

 

Em 2022, 979 pessoas que estavam desaparecidas em Fortaleza foram localizadas pela 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O número corresponde a um aumento de 54,4% se comparado com o ano de 2021.

Para a Secretaria da Segurança Pública, o registro rápido da ocorrência, a ampliação do efetivo, reforço nos equipamentos tecnológicos e de carros da polícia, além do intercâmbio de conhecimento com outras delegacias especializadas em desaparecimento no Brasil, são alguns fatores para o aumento na localização de pessoas desaparecidas.

Entre as ferramentas utilizadas pelos policiais civis para a rápida localização está o uso da tecnologia e de técnicas de investigação, bem como a ampla divulgação dos casos, a troca de informações entre as forças de segurança, os órgãos públicos, familiares e pessoas próximas àquelas vítimas que se encontram desaparecidas.

Fonte: G1

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TAGs: ANGÚSTIA, DESAPARECIDOS, PCCE, VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, VIOLÊNCIA NO CEARÁ
No Cariri Tem 15/01/2023
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