Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Entrar
No Cariri TemNo Cariri Tem
Notificações Ver mais
Últimas Notícias
Programação da inauguração do Complexo da Beata Benigna é divulgada em Santana do Cariri
Região
Davi de Raimundão responde a Glêdson e diz que articula chegada do Sinalize a Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte
Ceará registra aumento de feminicídios entre 2021 e 2025
Ceará
Glêdson explica atraso em obra de drenagem e pede apoio de Davi de Raimundão para buscar recursos para Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte
Senado aprova ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias a partir de 2029
Brasil
Aa
  • Cultura
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Policial
  • Política
  • Ceará
  • Região
    • Ceará
    • Juazeiro do Norte
    • Crato
    • Barbalha
    • Abaiara
    • Caririaçu
    • Nova Olinda
    • Guia Cariri
  • Oportunidade
  • Saúde
  • Colunas/Opinião
    • Publieditorial
    • Direito
    • Empreendedorismo
    • Fisioterapia e saúde
    • Informação e Sociedade
    • Nutrição e Saúde
Lendo: Alimentos ficam 15% mais caros no Brasil em um ano, segundo o IBGE
Compartilhar
Aa
No Cariri TemNo Cariri Tem
Buscar
Já tem uma conta? Entrar
Nos Siga
  • Cultura
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Policial
  • Política
  • Ceará
  • Região
  • Oportunidade
  • Saúde
  • Colunas/Opinião
No Cariri Tem
No Cariri Tem > Blog > Economia > Alimentos ficam 15% mais caros no Brasil em um ano, segundo o IBGE
Economia

Alimentos ficam 15% mais caros no Brasil em um ano, segundo o IBGE

No Cariri Tem
Última atualização 28/04/2022 10:50
Por No Cariri Tem
Compartilhar
4 Min Leitura
Compartilhar

Em um ano, os brasileiros viram os produtos usados para alimentação no lar ficarem 15,38% mais caros, segundo a prévia da inflação de abril (IPCA-15), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (27).

Os tubérculos e raízes, como aipim e abobrinha, acumularam uma alta de 68% nos últimos 12 meses, 46,75% somente em 2022.Produtos como a cenoura e o tomate despontam com 195% e 117,48% de aumento, respectivamente, em um ano.

No caso do tomate, de acordo com o relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a transição da safra de verão com a de inverno pressiona o preço para cima. Já para a cenoura, houve uma queda na produção de Minas Gerais por conta das chuvas, com uma diminuição da oferta nos centros de abastecimento.

A feira ainda fica mais cara pela batata, com um aumento de 38,68%. De acordo com a Conab, o preço do produto se manteve elevado em meio à menor disponibilidade, também por conta da transição das safras. O fenômeno ainda se repete nas frutas usadas pelos brasileiros, como a laranja-baía (25,4%) e o mamão (40,33%).

O levantamento feito pela CNN, com base no IPCA-15, também mostra que a segunda maior alta entre os alimentos foi registrada no grupo das hortaliças e verduras, de 35,76%. O repolho, por exemplo, está quase 60% mais caro do que há um ano, enquanto a alface subiu 46,22%.

Outros itens importantes para a mesa brasileira, como o macarrão e a farinha de trigo, também tiveram altas no período de 12 meses. Os produtos acumularam uma inflação de 15,03% e 19,82%, respectivamente. E o óleo de soja registrou um aumento de cerca de 30% no período.

Mesmo o fubá, um dos alimentos mais baratos no mercado, sofreu o efeito da inflação, com alta de quase 29%. O açúcar também pesou no bolso – 37,66% no caso do refinado e 36,33% para o cristal.

Para a planejadora financeira Myrian Lund, os alimentos e bebidas são produtos essenciais para os brasileiros, afetando principalmente o orçamento da classe mais baixa. Além disso, a alta dos preços impacta desde os custos em casa, até os serviços como delivery e restaurantes.

“O salário do brasileiro aumenta uma vez por ano e os preços estão subindo mensalmente e, às vezes, diariamente, o que obrigaria a mudança de hábitos de consumo para manter o saldo positivo no final do mês. O brasileiro vai notar o aumento das despesas, fluxo de caixa negativo no final do mês, maior uso do cheque especial e do cartão de crédito” sinaliza a especialista.

Outro possível impacto da alta dos alimentos é na saúde dos brasileiros. A nutricionista Renata Branco alerta que a preferência por produtos industrializados, que são mais baratos, pode ser prejudicial a longo prazo para a alimentação e também para o bolso.

 

Você pode gostar também

Feirão Limpa Nome começa nesta segunda (23) com descontos de até 99% para renegociação de dívidas

Clientes do Will Bank podem solicitar garantia do Fundo Garantidor de Crédito

Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank

Pix fica fora do ar nesta segunda-feira (19)

Benefício seguro-desemprego já tem novo valor para 2026

TAGs: ALIMENTOS MAIS CAROS, AUMENTO DE PREÇOS, ibge, inflação
No Cariri Tem 28/04/2022
Compartilhar esse Artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Imprimir
Compartilhar
Artigo Anterior Com mais de 3 mil oportunidades, IDT/SINE terá programação especial em homenagem ao dia do trabalhador
Próximo Artigo Anvisa aumenta lista de chocolates da Kinder proibidos no Brasil por suspeita de salmonela
Deixar um comentário Deixar um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Anuncios

Últimas Notícias

Programação da inauguração do Complexo da Beata Benigna é divulgada em Santana do Cariri
Região 06/03/2026
Davi de Raimundão responde a Glêdson e diz que articula chegada do Sinalize a Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte 06/03/2026
Ceará registra aumento de feminicídios entre 2021 e 2025
Ceará 06/03/2026
Glêdson explica atraso em obra de drenagem e pede apoio de Davi de Raimundão para buscar recursos para Juazeiro do Norte
Juazeiro do Norte 06/03/2026
//

O seu guia para as últimas notícias do Cariri.

No Cariri TemNo Cariri Tem
Nos Siga

Site Desenvolvido por Contrate

Removido da lista de leitura

Undo
Bem Vindo de Volta!

Entre com sua conta

Cadastro Perdeu sua senha?