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No Cariri Tem > Blog > Ceará > Quase metade das mortes por Covid deste ano no Estado ocorreram em Fortaleza
CearáSaúde

Quase metade das mortes por Covid deste ano no Estado ocorreram em Fortaleza

No Cariri Tem
Última atualização 20/02/2022 09:01
Por No Cariri Tem
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6 Min Leitura
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A explosão de casos de Covid-19 causada pela Ômicron junto à epidemia de influenza trouxe um novo cenário de atenção para a pandemia neste início de ano. Com a rápida multiplicação da infecção causada pela nova variante, o crescimento de casos também refletiu no aumento de óbitos, os quais quase metade dos números absolutos estão localizados em Fortaleza.

Contents
De 1º de janeiro a 16 de fevereiro deste ano, Fortaleza acumulou quase 50% dos óbitos por Covid registrados nos 184 municípios cearensesMudança de cenário

Entre 1º de janeiro e 16 de fevereiro, o Ceará registrou cerca de 1.079 óbitos por Covid, e 511 estão concentrados na capital cearense. Este dado representa 47.3% de todas as mortes ocasionadas pela infecção este ano. Juntos, os outros 183 municípios restantes somam 568 vítimas fatais.

De 1º de janeiro a 16 de fevereiro deste ano, Fortaleza acumulou quase 50% dos óbitos por Covid registrados nos 184 municípios cearenses

De acordo com números retirados da plataforma digital o IntegraSUS,, gerida pela Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), durante igual intervalo de tempo do ano passado, o número de mortes pela doença foi menor, contabilizando 463.

Para a virologista, epidemiologista e professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), Caroline Gurgel, a capital continua concentrando a maior parte dos óbitos de Covid porque também tem uma população bem maior, onde a dinâmica da cidade permite uma contaminação mais expressiva do que em municípios menores.

“Estamos no terceiro ano de pandemia, mas a característica não mudou. Você continua tendo vulneráveis, mesmo que as três doses da vacina reduzam a probabilidade de óbito, ela não anula. Então temos uma quantidade muito grande de suscetíveis [pessoas com fatores de risco acumulados] e por isso vai continuar existindo óbitos”, explica a epidemiologista.

Em boletim epidemiológico divulgado no último dia 15, a Secretaria de Saúde de Fortaleza afirma que “a introdução de uma variante altamente transmissível, mesmo em tese menos agressiva, causou casos graves” e destaca que os principais afetados foram “indivíduos não vacinados e naqueles mais idosos com comorbidades e sem a dose de reforço, provocando aumento importante da mortalidade”.

Os dias 1º e 2 de janeiro, que fazem parte da 52ª semana de 2020, somaram seis mortes por Covid. Já na sétima semana do ano, ainda incompleta (dias 14, 15 e 16 de fevereiro), foram contabilizados 7 óbitos doença pandêmica.

Apesar de Fortaleza ter os maiores números absolutos, tanto de infecções quanto de óbitos, a virologista enfatiza que não devemos deixar de dar atenção a municípios pequenos do interior.

“Na maioria das vezes, a gente consegue perceber a magnitude da mortalidade em municípios pequenos, já que Fortaleza tem muita gente e esse óbitos acabam ficando diluídos em nossa população”, pontua.

Mudança de cenário

No mesmo boletim epidemiológico citado anteriormente, a SMS ressaltou que no primeiro mês deste ano, a média de mortes diárias em Fortaleza, ocasionadas por Covid, passou de “menos de um (1) óbito por dia em dezembro, para aproximadamente doze (12) mortes a cada 24 horas”. No entanto a mudança de cenário, com a redução de casos, já podia ser observada para fevereiro.

“A curva da Ômicron tem um pico muito alto e uma base muito estreita, onde a base significa o tempo, ou seja algo que vem infecta uma quantidade enorme de pessoas e cai de uma vez. No entanto, não é hora de relaxar, porque já temos conhecimento da sub variante da ômicron, a BA.2”, alerta Caroline Gurgel.

A sub variante BA.2, segundo a virologista, é “mais transmissível e mais virulenta” ou seja, tem uma maior capacidade de causar casos graves, que são os que evoluem para óbito. Ainda sobre a possibilidade de um novo repique de casos, Caroline observa que, neste momento, é possível um novo aumento, mas não pela ômicron, mas dessa vez por sua sub variante, ou uma nova variante, já que um novo período de festas se aproxima, o Carnaval.

 

Então é hora de refletirmos quanto à movimentação, das festas principalmente, que é onde as pessoas removem suas máscaras, se beijam, tem diversos tipos de contatos mais próximos e é isso que a variante precisa para um novo aumento expressivo.

CAROLINE GURGEL
Virologista

 

Para conter um novo repique, a especialista recomenda continuar com as precauções como uso de máscaras, higienização com álcool em gel, e a vacinação, que apesar do bom índice no Estado, ainda é preciso vacinar cerca de 997 mil pessoas, com faixa etária acima de 5 anos, com a primeira dose do imunizante até o momento.

Nas últimas 24hrs, em Fortaleza 856 pessoas receberam a 1ª dose da vacina contra Covid-19, 648 receberam a 2ª dose e 2.874 a 3ª dose, ou dose de reforço. Os números são do Vacinômetro de Fortaleza, administrado pela SMS, atualizado às 14h43 desta sexta-feira (18).

 

Fonte: Diário do Nordeste

Foto: Fabiane de Paula

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