O programa Voa Brasil completou um ano com baixa adesão, registrando a venda de apenas 45 mil passagens, o que corresponde a 1,5% do total de três milhões de bilhetes ofertados entre julho de 2024 e julho de 2025. A iniciativa do governo federal busca ampliar o acesso ao transporte aéreo com tarifas de até R$ 200, destinadas a ocuparem assentos ociosos em voos domésticos.
Podem participar do programa aposentados do INSS que não tenham viajado de avião nos últimos 12 meses. Entre os destinos mais procurados estão São Paulo (12.771 emissões), Rio de Janeiro (3.673) e Recife (3.509). Sudeste e Nordeste concentraram 83% das reservas, com os trechos mais movimentados ligando a capital paulista a cidades nordestinas como Recife, Salvador, Fortaleza, Maceió e João Pessoa.
Lançado oficialmente em 2024, o Voa Brasil não gera custos diretos ao orçamento federal. O governo negocia com as companhias aéreas para que disponibilizem assentos a preços reduzidos, aproveitando voos com baixa ocupação. A avaliação agora é ampliar o público-alvo, incluindo estudantes universitários como potenciais beneficiários.
