Na cidade do Crato, uma conselheira tutelar deverá ter o mandato cassado, após uma determinação da Justiça que acatou a Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE). De acordo com o órgão, a conselheira tutelar teria cometido injúria racial contra o filho do ex-marido dela.
Nas redes sociais, em um publicação de 2017, ela chamou a criança de “macaco”, demonstrando, assim, que a candidata não preenchia o requisito de reconhecida idoneidade moral para assumir a função. A situação foi apresentada como suspeita de injúria racial.
Para a Justiça, mesmo sem condenação pelo crime, a agente pública não preenche mais o requisito de idoneidade, essencial ao cargo de conselheiro tutelar.
