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Juazeiro do Norte

Expansão do esgotamento sanitário evidencia desafios ambientais e urbanos em Juazeiro do Norte

Victoria Ellen
Última atualização 22/03/2026 09:04
Por Victoria Ellen
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19 Min Leitura
Estátua do Padre Cícero em Juazeiro do Norte | Foto: Josué Ermandes
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Texto: Victória Ellen e Rafael Silva

Imagens: Josué Ernandes

“Muita gente vem de fora para visitar o monumento do Padre Cícero, mas se depara com buracos, lama e esgoto”. Quem fala isso é o artesão Adailton Leandro, morador do bairro Horto, em Juazeiro do Norte, ao comentar as dificuldades cotidianas enfrentadas pelos habitantes do local. Situado no sopé da Chapada do Araripe, o Horto é um dos principais pontos turísticos da cidade, um complexo que reúne trilhas religiosas, capelas e guarda o símbolo maior do município: o monumento do Padre Cícero. Diariamente, romeiros, vindos de todos os cantos do Brasil, desembarcam na capital da fé, como Juazeiro é conhecida, e sobem a famosa rua de pedra (Rua Senhor Bom Jesus) rumo à estátua, a fim de agradecer e pedir a intercessão do Servo de Deus.

Adailton convive com o esgoto a céu aberto na Rua Senhor Bom Jesus | Foto: Josué Ernandes
Adailton convive com o esgoto a céu aberto na Rua Senhor Bom Jesus | Foto: Josué Ernandes

Um local sacro e potencialmente turístico, mas ainda longe do que é esperado em termos de moradia e qualidade de vida para seus residentes. Os problemas de infraestrutura, especialmente voltados ao esgotamento sanitário, são hoje um dos grandes gargalos enfrentados pela população, que ainda convive com os transtornos do esgoto a céu aberto e o acúmulo de lama, que se agravam na época invernosa. “O poder público há muitos anos não tem uma visão voltada para o Horto. Por mais que sejamos um bairro periférico, somos o cartão-postal da cidade”, destaca o artesão.

Política pública importante não só para a questão estética, mas também para a saúde, a proteção do meio ambiente e a qualidade de vida da população, a universalização do esgotamento sanitário é uma meta que tem se arrastado para ser cumprida. Segundo a legislação vigente (Lei nº 14.026/2020), o objetivo é que, até 2033, o Brasil alcance 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto.

Juazeiro do Norte e a promessa da Universalização

Segundo a presidente-executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, ampliar o saneamento significa promover mudanças estruturais na vida das pessoas. “O saneamento transforma a vida das famílias, porque reduz doenças, melhora o ambiente onde elas vivem e contribui para o desenvolvimento das cidades”. Ela explica que o país ainda apresenta grandes desigualdades entre os municípios. “Existem cidades que já estão próximas de alcançar essa universalização, enquanto outras ainda precisam ampliar seus investimentos em infraestrutura.”

Para ampliar os investimentos no setor, o novo modelo de gestão do saneamento prevê a regionalização dos serviços. Nesse formato, municípios são agrupados em blocos para viabilizar obras de maior escala. Segundo Luana Pretto, a estratégia busca reduzir desigualdades entre cidades com diferentes capacidades de investimento. “A regionalização permite que municípios menores consigam captar recursos e ampliar seus sistemas de água e esgoto”.

Na Região do Cariri cearense, onde Juazeiro do Norte está situado, esse modelo envolve uma parceria entre a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e a Ambiental Ceará, empresa do grupo Aegea. Segundo Juliana Filgueiras, coordenadora de monitoramento e desempenho da Cagece, Juazeiro do Norte é considerado um dos municípios prioritários dentro do projeto. “Juazeiro realmente é o município mais importante do interior do Ceará, tanto economicamente quanto pela população”, afirma.

Antes da Parceria Público-Privada (PPP), Juazeiro do Norte possuía 37,7% de disponibilidade de ligação à rede de esgoto. Hoje, graças à PPP, o município conseguiu aumentar essa disponibilidade para quase 50%. Segundo dados da Ambiental Ceará, somente no ano passado foram instalados mais de 100 quilômetros de novas redes, beneficiando aproximadamente 40 mil moradores em bairros como Frei Damião, São José, Santo Antônio, Antônio Vieira, Triângulo e Vila Três Marias.

No caso do Horto, a Cagece assegura que o local, assim como todos os bairros da zona urbana de Juazeiro do Norte, será contemplado no projeto de universalização. “Na modelagem da PPP, toda a área urbana está contemplada. Todos os bairros serão atendidos até 2033”, reitera Juliana Filgueiras.

Tadeu Bezerra, gerente da Ambiental Ceará, explica que bairros mais distantes das redes existentes, como o Horto, entram no cronograma à medida que a malha de tubulações se aproxima dessas regiões. “O Horto hoje é uma das áreas mais afastadas da rede existente. À medida que as obras avançam, a rede vai se aproximando, e o bairro também entra nesse processo”, informou o gestor.

Enquanto as obras não alcançam todos os bairros, Tadeu faz um alerta para as áreas que já possuem a disponibilidade do serviço. Segundo ele, a universalização do esgotamento sanitário só se torna uma política pública efetiva quando as pessoas usufruem do serviço, por meio da ligação à rede de tratamento. Atualmente, cerca de 15 mil imóveis já possuem rede disponível, mas ainda não realizaram a ligação domiciliar. “Muitas vezes, a rede está na frente da casa, mas o morador ainda não fez a conexão”, destaca.

Como mencionado por Tadeu, a partir da estrutura do sistema de esgotamento sanitário de Juazeiro do Norte, o esgoto coletado nos bairros é encaminhado, por meio da malha de tubulações e estações elevatórias, até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Malvas, considerada a principal da cidade por concentrar a maior parte do volume tratado. Nessa unidade, o processo ocorre em etapas sucessivas por meio de lagoas de estabilização: inicialmente, nas lagoas anaeróbias, microrganismos começam a decompor a matéria orgânica; em seguida, nas lagoas facultativas, essa carga poluente é ainda mais reduzida; e, por fim, na lagoa de maturação, ocorre um polimento final que melhora a qualidade do efluente antes de sua devolução ao meio ambiente . Esse sistema, que pode atender dezenas de milhares de imóveis e receber esgoto de diversos bairros interligados, exemplifica como a expansão da rede coletora permite que o esgoto deixe de ficar a céu aberto e passe a ser tratado de forma centralizada, sendo posteriormente lançado em corpos hídricos como o Rio Salgado dentro de parâmetros ambientais estabelecidos.

Desafios à conexão e à efetividade do serviço

Esgoto a céu aberto no bairro Santo Antônio | Foto: Josué Ernandes
Esgoto a céu aberto no bairro São José | Foto: Josué Ernandes
Esgoto a céu aberto no bairro Triângulo | Foto: Josué Ernandes

No bairro Santo Antônio, a aposentada Maria Simão acompanha as obras de implantação da rede na Rua Sargento Josias Pedrosa, onde mora há 21 anos. Na calçada da casa dela, a estrutura da rede já foi instalada, mas a ligação ainda não foi feita. “Eles colocaram só uma caixinha na calçada, mas ainda não está conectada”, explica.

Segundo Maria, muitos moradores ainda têm dúvidas sobre como o sistema vai funcionar. “Eles dizem que é para melhorar, mas ninguém veio explicar direito. Era para ter uma cartilha dizendo como vai ser o saneamento, como funciona”. Maria afirma que a comunidade recebeu pouca informação sobre a obra. “Só foi meio mundo de buraco que aconteceu, mas explicar, mesmo, ninguém explicou. Se for para melhorar, eu faço a ligação. Agora, se for para trazer problema, eu prefiro deixar como está”, disse.

No bairro São José, o servidor público Aldecir Gonçalves vê, de perto, o andamento das obras de esgotamento sanitário. Ele mora na Rua Daniela Matos Mendonça, onde parte da infraestrutura já foi instalada. Durante o período chuvoso, a região enfrenta dificuldades relacionadas à drenagem. “A água desce das partes mais altas e arrasta terra e pedra”. A ausência de ligação ao sistema de esgoto também interfere na rotina da vizinhança. “O pessoal lava roupa, lava prato, e a água acaba indo para a rua. Forma lama e aparecem mosquitos”, destacou.

Apesar dos transtornos provocados pelas obras, ele acredita que a conclusão do sistema pode melhorar as condições da comunidade. “Hoje, o esgoto ainda está a céu aberto. Quando tudo estiver interligado, acredito que vai melhorar o mau cheiro e a situação das ruas.” Para Aldecir, a participação da população será essencial para o funcionamento da rede. “Não adianta ter a estrutura pronta se as pessoas não fizerem a ligação”.

Em algumas áreas da cidade, problemas históricos de infraestrutura e de educação ambiental também contribuem para o escoamento irregular de água e resíduos e põem em xeque a efetividade da universalização do serviço de esgotamento sanitário. Esse exemplo ocorre na Rua Maria Aurora da Conceição, no bairro Triângulo.

Quem fala dessa localidade é o engenheiro Emerson Cleones. Ele explica que parte das canaletas existentes foi projetada originalmente para a drenagem da água da chuva, mas acabou sendo utilizada também para o escoamento de esgoto. “As canaletas foram feitas para água pluvial, mas hoje acabam sendo usadas para esgoto. No inverno, o esgoto se mistura com a água da chuva e se espalha pelas ruas”, atesta.

O transtorno aumenta ainda mais devido à obstrução das galerias pelo acúmulo de lixo, conforme também destacou Dona Maria Simão. “A coleta acontece três vezes por semana, mas, depois que o caminhão passa, tem gente que coloca lixo de novo. Quando chove, desce muito lixo”. A moradora ainda afirmou que todo esse problema aumenta ainda mais a presença de mosquitos e outras pragas. “Na época da chuva, aparece muito mosquito. É a época da dengue”.

Procurados pela reportagem, a Secretaria de Infraestrutura de Juazeiro do Norte (Seinfra), destacou que rotineiramente são realizadas ações de limpeza nas redes de drenagem. Segundo a pasta, mensalmente são retirados mais de 390 metros cúbicos de sedimentos das galerias de esgoto, o equivalente a 40 caminhões caçamba cheios. Por ano, nessa perspectiva, são aproximadamente 4.680 m³ de sedimentos recolhidos.

Gráfico: Victória Ellen

Segundo Luana Pretto, mesmo com a ligação feita, quando a população não entende o que deve ser descartado no esgoto, todo o processo de tratamento é prejudicado. “A rede tem a função de receber os efluentes que saem das casas (do vaso sanitário, da cozinha e da máquina de lavar roupa), que são basicamente compostos por 90% de água. Dessa forma, quando lançamos objetos sólidos na rede de esgoto, isso dificulta e compromete a operação. O esgoto precisa fluir. Seu processo de tratamento é biológico e, quando descartamos materiais indevidos, prejudicamos esse tratamento”, destacou.

O esgoto a céu aberto e seus impactos na saúde e no meio ambiente

O contato com água contaminada pode provocar sérios riscos à saúde humana. Entre as diversas doenças acarretadas por esse problema, destacam-se as infecções e as doenças diarreicas. Em 2024, segundo levantamento do Painel Saneamento Brasil, do Instituto Trata Brasil, a falta de saneamento básico (tratamento de água e coleta adequada de esgoto) foi responsável por mais de 336 mil internações hospitalares e 4.877 óbitos. No Ceará, foram registradas mais de 11.900 internações e 123 mortes em decorrência de doenças de veiculação hídrica. Desse total, Juazeiro do Norte contabilizou 154 internações e 1 óbito.

Gráfico: Rafael Silva

Para Paulo Teixeira, clínico geral e especialista em Saúde da Família, crianças e idosos são os públicos que mais sofrem com esses problemas. “São as populações de maior risco, porque são elas que mais sentem os efeitos e o impacto dessas viroses, que podem não só ocasionar hospitalização, como também levar ao óbito”, explica.

 No caso da vida escolar, o adoecimento frequente torna a trajetória educacional ainda mais difícil. Segundo o mesmo Painel, no país, populações com acesso aos serviços de saneamento possuem até dois anos a mais de escolaridade em comparação àquelas sem acesso. Em números, localidades com garantia do serviço chegam a registrar 9,5 anos de educação formal, contra 7,5 anos nas áreas desassistidas. “Quando a criança contrai essas doenças, ela pode ficar, no mínimo, cinco dias debilitada, podendo ainda evoluir e chegar a precisar de internação”, destaca Paulo Teixeira.

O impacto da falta de saneamento na saúde reflete um meio ambiente constantemente explorado e afetado pela ação humana. Em uma região densa tanto em população, com mais de 600 mil habitantes, conforme o último censo do IBGE, quanto em patrimônio ambiental — tendo a Chapada do Araripe como candidata a Patrimônio Mundial da UNESCO —, o Cariri se revela um oásis para pesquisas e para a construção de parcerias voltadas ao cumprimento do Marco do Saneamento.

Para o ambientalista Márcio Holanda, o saneamento tem impacto direto na preservação ambiental. Segundo ele, a relação entre sociedade e natureza pode ser compreendida a partir do conceito de conservação, que considera o ser humano parte do ecossistema. “A conservação vê o homem como parte da natureza. O ponto principal é a manutenção dos ecossistemas”, afirma.

Ele explica que as características geográficas da Chapada do Araripe influenciam diretamente a circulação da água na região. “A chapada é inclinada para o lado do Ceará. Isso faz com que muitas nascentes estejam aqui. Essas águas atravessam as cidades por meio de rios e seguem para outros municípios”, explica.

Dados do Instituto Trata Brasil indicam que o Ceará lança diariamente na natureza o equivalente a 231 piscinas olímpicas de esgoto bruto. Nesse cenário, quando o esgoto é despejado nos cursos d’água, o impacto ambiental pode se espalhar pelos lençóis freáticos e ao longo das bacias hidrográficas, fundamentais não apenas para a vida humana, mas também para a fauna e a flora caririense.

Como destaca Márcio Holanda, a região abriga espécies que dependem diretamente da qualidade da água, como o soldadinho-do-Araripe, ave ameaçada de extinção. “Essas espécies dependem diretamente dos mananciais. Para que consigam se desenvolver, essa água precisa ter qualidade”.

Educação ambiental como estratégia de conscientização

Para debater e incentivar a importância da ligação à rede de esgoto, a Ambiental Ceará tem lançado mão de diversas estratégias, principalmente voltadas às escolas. Uma dessas iniciativas é o programa Pioneiros, desenvolvido pelo Instituto Aegea. Em 2024, 29 alunos da Escola de Ensino Fundamental e Médio Dona Clotilde Saraiva Coelho, no bairro Pirajá, foram selecionados para participar da iniciativa, que incentiva estudantes a propor soluções para problemas de saneamento em suas comunidades.

Segundo Tadeu Bezerra, o programa envolve etapas de formação e desenvolvimento de projetos. “Esses estudantes passam por uma imersão dentro da concessionária, conhecem as áreas administrativa e operacional e, a partir disso, desenvolvem projetos com apoio de mentores para solucionar problemas que identificam na escola ou na comunidade”, explica.

As propostas desenvolvidas pelos estudantes são apresentadas e avaliadas em etapas regional e nacional. Os melhores colocados avançam para novas fases do programa, com atividades fora do estado e contato direto com o setor de saneamento.

Além do Pioneiros, há outros projetos que buscam aproximar o tema da população. “Há também outros projetos que são executados dentro das escolas, como o Saúde Nota 10. São ações sociais que realizamos levando para dentro das unidades educacionais informações sobre saneamento e, consequentemente, sobre o que executamos nessa área. Além dele, existe o Afluentes, que é o contato com lideranças de bairro, pessoas que representam as comunidades, para levar essas informações antes e durante a execução das obras, tirar dúvidas da população e ampliar o entendimento sobre a importância dessas intervenções”, afirma.

Unir a educação ao tema do esgotamento sanitário é uma ponte para a construção de um futuro promissor, futuro desejado por Aldecir Gonçalves. “Ninguém quer passar em uma rua cheia de lama, principalmente aquela lama preta. Uma cidade limpa começa pela educação da população, mas também pelo poder público, que vai lá e faz as melhorias. Até para quem faz caminhada ou ciclismo é ruim. Você procura um ambiente saudável, que tenha paz e ar puro. Mas de nada vai adiantar as obras se só um, dois ou 50% da rua se interligarem. Tem que haver o entendimento de que, para funcionar, o ideal é que todo mundo participe”, finaliza.

 

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TAGs: ESGOTAMENTO SANITÁRIO, JUAZEIRO DO NORTE, MEIO AMBIENTE
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