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Lendo: Número de assassinatos cai 10% no Ceará, mas taxa de homicídios segue uma das mais altas do país
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No Cariri Tem > Blog > Policial > Número de assassinatos cai 10% no Ceará, mas taxa de homicídios segue uma das mais altas do país
Policial

Número de assassinatos cai 10% no Ceará, mas taxa de homicídios segue uma das mais altas do país

No Cariri Tem
Última atualização 01/03/2023 10:11
Por No Cariri Tem
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6 Min Leitura
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O número de assassinatos caiu 9,97% no Ceará em 2022. Foram 3.299 assassinatos em 2021, enquanto em 2022 foram 2.970. Apesar da redução, o estado segue como um dos mais violentos do Brasil.

Conforme Monitor da Violência, índice nacional de homicídios criado pelo g1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, a taxa de assassinatos no Ceará (número de homicídio por 100 mil habitantes) é a quinta maior do país (confira o ranking completo abaixo).

No âmbito nacional foram 40,8 mil mortes violentas em todo o país — média de mais de 110 vítimas por dia. Além do Ceará, outros dois estado registraram redução na quantidade de assassinatos: Amapá e Roraima. Mato Grosso registrou alta de 24%.

  • PÁGINA ESPECIAL: Mapa mostra assassinatos mês a mês no país
  • ANÁLISE DO NEV-USP: Cinco anos depois, 18 mil homicídios a menos
  • ANÁLISE DO FBSP: Alerta vermelho: ciclo de redução da violência no Brasil perde força
  • METODOLOGIA: Monitor da Violência

Veja os principais destaques do levantamento:

  • O Brasil teve 40,8 mil assassinatos em 2022, o menor número da série histórica do FBSP – uma queda de 1% em relação a 2021;
  • No último trimestre, porém, um alerta: houve alta de 6,5% nas mortes;
  • Redução das mortes foi puxada por Norte (-3,5%) e Nordeste (2,2%);
  • Destaque para as quedas no Amapá (-28,5%) e Roraima (14,1%);
  • Mesmo com a queda nacional de 1%, 14 estados brasileiros tiveram alta de mortes;
  • Centro-Oeste puxou a alta (4,5%), liderado pelo Mato Grosso (24,1%);
  • Número de mortes voltou a subir em São Paulo (7,1%) e Minas Gerais (6,3%)
  • Segundo os especialistas, diversos fatores estão por trás dos indicadores de violência em queda nos últimos anos: políticas públicas estaduais, mudança nas dinâmicas dos grupos criminosos, mais recursos disponíveis para o setor da segurança pública, entre outros.

Este levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do g1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Queda histórica e seus motivos

 

O número de assassinatos no Brasil em 2022 é o menor se for levada em conta a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, iniciada em 2007, e os levantamentos realizados pelo Monitor da Violência desde 2018.

O patamar impressiona porque, até 2011, o Fórum contabilizava as ocorrências (em que é possível ter mais de uma vítima). Já os dados coletados desde 2012 pelo Fórum e desde 2018 se referem a números de vítimas. Mesmo assim, os números dos últimos anos são os menores da série histórica.

Os especialistas do Núcleo de Estudos da Violência da USP e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública elencam alguns pontos para explicar a queda dos indicadores nos últimos anos:

Mudança na dinâmica do mercado de drogas brasileiro: “Hoje temos um mercado de drogas mais eficiente, menos truculento e menos custoso, o que amplia o poder econômico e o poder político desses grupos”, diz Bruno Paes Manso, do NEV-USP.

Criação de programas de focalização e outras políticas públicas: “Várias unidades da federação adotaram, ao longo dos anos 2000 e 2010, programas de redução de homicídios pautados na focalização de ações nos territórios. O Pacto Pela Vida, em Pernambuco, o Estado Presente, no Espírito Santo, e o Ceará Pacífico, no Ceará, são exemplos de projetos que buscaram integrar ações policiais e medidas de caráter preventivo”, afirmam Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do FBSP. Os especialistas também citam outras políticas públicas que estão sendo desenvolvidas pelas unidades da federação, focadas na integração das forças policiais com o fortalecimento dos mecanismos de inteligência e investigação.

Redução do número de jovens na população: “Tem a ver com as mudanças demográficas, algo que a gente já vem apontando há alguns anos no Atlas da Violência, que é a redução do número de jovens na populacão. É sabido que a maior parte da violência letal atinge jovens do sexo masculino. E o Brasil esta diante de uma grande mudança demográfica”, afirma Samira Bueno, do FBSP.

Veja abaixo o ranking dos estados pela taxa de assassinatos a cada 100 mil habitantes:

  1. Pernambuco: 35,3 (mortes a cada 100 mil habitantes)
  2. Bahia: 34,2
  3. Alagoas: 33,5
  4. Amazonas: 33,5
  5. Ceará: 32,2
  6. Rio Grande do Norte: 30,9
  7. Rondônia: 28,5
  8. Roraima: 28
  9. Tocantins: 27,2
  10. Mato Grosso: 27
  11. Paraíba: 26,9
  12. Pará: 25,9
  13. Amapá: 25,8
  14. Espírito Santo: 25,6
  15. Sergipe: 25,4
  16. Piauí: 24,9
  17. Maranhão: 24,8
  18. Acre: 23,8
  19. Mato Grosso do Sul: 18
  20. Rio de Janeiro: 18
  21. Paraná: 17,7
  22. Goiás: 17,1
  23. Rio Grande do Sul: 15,3
  24. Minas Gerais: 12
  25. Distrito Federal: 9,7
  26. Santa Catarina: 8,7
  27. São Paulo: 7,1

 

 

 

Por: G1

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TAGs: ASSASSINATO, HOMICÍDIO, PCCE, Violência
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