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No Cariri Tem > Blog > Região > Abaiara > Tragédia em Milagres, que deixou 14 mortos, completa 4 anos sem julgamento
Abaiara

Tragédia em Milagres, que deixou 14 mortos, completa 4 anos sem julgamento

No Cariri Tem
Última atualização 08/12/2022 08:36
Por No Cariri Tem
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5 Min Leitura
Foto: reprodução
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Quatro anos depois de 14 pessoas serem mortas em uma ação policial, no Município de Milagres, na Região do Cariri, o processo criminal que trata do episódio que ficou conhecido como Tragédia em Milagres segue sem julgamento. 20 pessoas foram denunciadas pelos crimes ocorridos em 7 de dezembro de 2018, sendo 15 acusados por homicídios. Ao total, 19 réus são policiais militares.

Na última decisão proferida no processo, a Vara Única da Comarca de Milagres declinou da competência de julgar as acusações por fraude processual contra 3 PMs da Ativa, no dia 3 de novembro deste ano. Com isto, a ação penal foi desmembrada, para um novo processo tramitar na Vara da Auditoria Militar.

Outras duas pessoas respondem por fraude processual (relacionada à ocultação de provas da ação policial), na Vara de Milagres: o policial militar da Reserva Remunerada e então secretário de Segurança de Milagres, Georges Aubert dos Santos Ferreira; e o então vice-prefeito de Milagres, Abraão Sampaio de Lacerda.

 

15
policiais militares respondem pelos homicídios ocorridos em Milagres: 3 deles são réus pela morte de 5 refés; outros 8 PMs são réus pelo assassinato de 2 assaltantes; e mais 4 militares, pela morte de um assaltante. A primeira audiência de instrução do caso, na Justiça, está marcada para o dia 9 de março de 2023.

 

As 14 mortes (de 8 suspeitos e 6 reféns) aconteceram em um ataque a agências bancárias, em Milagres, na madrugada de 7 de dezembro de 2018. Equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE) intervieram e houve uma troca de tiros com a quadrilha interestadual. Famílias foram utilizadas como reféns. A investigação policial apontou que parte das vítimas foi morta por disparos de fuzis – armas que apenas os PMs tinham.

Questionada sobre a demora no julgamento da ação penal, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) emitiu uma nota:

“O processo está em constante movimentação, inclusive, com audiência de instrução agendada para 9 de março próximo, onde serão ouvidas as testemunhas de acusação. O processo possui 18 testemunhas de acusação, 72 de defesa e 17 réus para serem interrogados. Os autos possuem 3.435 páginas e, durante a tramitação, 10 decisões interlocutórias e 15 despachos já foram proferidos, além dos procedimentos e atos necessários para o regular trâmite da ação penal de competência do júri”.

Além do processo criminal, os militares respondem a processos administrativos-disciplinares na Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Ceará (CGD), que seguem em andamento.

 


PMS VOLTARAM À ATIVIDADE OSTENSIVA NESTE ANO

 

Em junho deste ano, a Justiça Estadual autorizou os policiais militares acusados de cometerem crimes na Tragédia em Milagres a retornarem ao policiamento ostensivo em todo o Estado – com exceção do Município onde aconteceu o episódio.

Além de proibir os militares de atuarem em Milagres, o magistrado proibiu os mesmos de manterem qualquer contato com as testemunhas, seja presencialmente, por meios de comunicação ou por pessoa interposta, “cujo descumprimento poderá ensejar a adoção de medidas enérgicas”, e determinou que eles mantenham seus endereços atualizados.

 

 

O juiz rejeitou alguns alguns pedidos dos PMs. São eles:

 

  • Realização da reprodução simulada dos fatos (conhecida como “reconstituição do crime”);
  • Realização de perícia em um imóvel para verificar a existência de resquícios dos disparos de arma no local;
  • Nulidade do laudo cadavérico de uma vítima;
  • Busca de informações sobre o proprietário de uma arma de fogo que teria sido utilizada por um suspeito;
  • Encaminhar ofício à Polícia Civil do Ceará (PC-CE) para colher informações sobre o GPS de uma viatura.

 

 

Fonte: Diário do Nordeste

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TAGs: JULGAMENTO, TRAGÉDIA DE MILAGRES
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